O Árabe

Idéias, sentimentos, emoções. Oásis que nos ajudam a atravessar os trechos desérticos da vida...

sexta-feira, 22 de março de 2019

CANÇÃO DA FELICIDADE


Espalhai a felicidade ao vosso redor.
Como a flor espalha o seu perfume e a estrela espalha a sua luz. Porque a flor se envolve na própria fragrância e a estrela se destaca pelo brilho que a torna linda, no escuro do céu.
E, porque dão de si mesmas, ambas marcam as suas presenças. A flor faz o encanto dos namorados, e a estrela socorre o viajante perdido, guiando-o pela noite até o seu destino.
Abençoado é o homem que dá de si mesmo, porque mais receberá em troca. As pessoas que vos cercam são como espelhos; refletem, em vossa direção, o que recebem de vós.
Aquele que espalha felicidade a recebe de volta. A sua presença será bem vinda, como uma brisa suave e amiga; todos buscarão a sua companhia, e a solidão não o visitará.
Mas aquele que apenas oferece tristeza ou amargura, será evitado por todos; dele fugirão, como do odor fétido dos pântanos. E a solidão o tornará ainda mais amargo e infeliz.
Espalhai a felicidade ao vosso redor; esta é a melhor forma de serdes felizes. O homem é escravo de seus hábitos; se sempre vos mostrardes felizes, um dia decerto o sereis. 
Espalhai a felicidade ao vosso redor. Se dúvida tiverdes sobre isto, recordai que cada um colhe aquilo que semeou; de acordo com o que desejais colher, fazei a semeadura. 
Espalhai a felicidade ao vosso redor, ainda que vos procure a tristeza. O semeador, antes de atirar ao solo as sementes, as terá em suas mãos, mesmo que por segundos.
E, ainda que sejam breves os momentos em que estiverem convosco, as sementes da felicidade vos pertencerão; iluminarão o vosso rosto e aquecerão o vosso coração.
Eu vos tenho dito que é sempre vossa a escolha. Depois que a fizerdes, entretanto, arcareis com as suas consequências, boas ou ruins; escolhei, pois, o melhor para vós.
Escolhei a bondade e não o egoísmo. Escolhei o perdão e não a vingança; a tolerância e não a incompreensão, a paz e não a guerra. Escolhei serdes felizes e o sereis.
Um sorriso é como um sol, em vosso rosto; e as lágrimas são como a chuva de um dia cinzento. As palavras de alegria são como asas; e as de mágoa, como pesados grilhões.
Assim é. E, como vos cabe a escolha, espalhai a felicidade ao vosso redor. Vereis que menores se tornarão os vossos problemas; mais fácil a caminhada, mais colorida a Vida.
É assim que podereis ser felizes.
Música:
http://ohassan.dominiotemporario.com/1_eduardo_lages_the_winner_takes_it_all.mid

sexta-feira, 15 de março de 2019

O ORGULHO E O AMOR-PRÓPRIO


Vigiemos o nosso orgulho.

Como o homem que mora à beira do rio vigia o seu curso, para que num instante a força das águas não carregue para longe tudo aquilo que construiu com o seu trabalho, ao longo do tempo.

Ou como o bombeiro que combate o incêndio vigia o fogo, que precisa manter sob cuidado, para que uma labareda mais forte não se torne a chama incontrolável, que tudo pode destruir.  

Porque a verdade é que o orgulho nos inspira palavras e atitudes impensadas; e não as podemos apagar, depois que as dizemos ou adotamos. A porcelana que se quebra, jamais será a mesma.

Os nossos amores e as nossas amizades, são as porcelanas que modelamos ao longo da vida. Não é sábio permitir que, em um instante de insensatez, se quebrem em nossas próprias mãos.

E nada como o orgulho, para levar-nos a perder um amor ou uma amizade! De todos os nossos defeitos, ele é, de longe, aquele que nos sopra os piores conselhos e os piores pensamentos.

Ninguém existe, que seja superior aos seus irmãos. E o homem que assim se julga, por certo será reconduzido pela Vida ao seu lugar; é sempre ela que nos ensina a difícil arte de caminhar juntos.

Vigiemos o nosso orgulho. Porque cada um tem os seus pontos fortes e as suas limitações. E o oceano não existiria, como um todo, se alguma das suas gotas não se aceitasse igual às outras.

Recordemos, sempre, o que nos ensina a lenda de Ícaro: todos somos capazes de voar; entretanto, aquele que tenta ir mais longe do que lhe permitem as asas, acaba por sofrer a queda fatal.

Necessário é que tenhamos amor-próprio. Porque a cada um cabe cuidar de si mesmo; defender-se dos obstáculos que possam surgir à sua frente e concluir a jornada, pelo caminho que escolheu.

O amor-próprio nos faz capazes de encontrar o nosso lugar no Universo. Porque devemos caminhar sobre os nossos pés; aquele que avança de joelhos, torna mais longo e penoso o seu percurso.

Sim; o amor-próprio é como a água benfazeja, que faz germinar as sementes plantadas em nossa alma. O orgulho desmedido, entretanto, é como a torrente furiosa, que a tudo leva de roldão.

O orgulho é como um tigre, que existe em nós. Enquanto é contido pelo bom senso, o seu pelo brilha e  atrai olhares de admiração; quando solto, todavia, pode ferir tudo e todos à sua volta.

Vigiemos, portanto, o nosso orgulho. Porque o mais importante não é estar sempre certo; nem ser o mais bonito, nem o mais inteligente, nem o mais poderoso. Nem ser o mais amado.

O importante é ser feliz.

Música:
http://ohassan.dominiotemporario.com/midis/emiliepandolfi_ebbtide.mid


Vejam que belo vídeo:https://youtu.be/jloCKq6HngM 

sexta-feira, 8 de março de 2019

COMO OS GIRASSÓIS


Cada novo dia é um presente.

Uma nova oportunidade de ver o sol brilhando, entre as nuvens brancas, no céu azul. Ou de sentir a carícia do vento na pele; e as gotas de chuva, que molham o nosso corpo e ensopam os nossos cabelos.

Uma nova oportunidade de ver a lua cheia, que se reflete nas águas mansas, em um cone prateado e lindo. Ou de admirar o brilho das estrelas, que são como diamantes no veludo azul escuro do céu noturno.

Cada novo dia é uma nova oportunidade de ver as flores brotando, de sentir o seu perfume. De acompanhar o botão que se transforma em flor; de ouvir o córrego que canta a canção das águas límpidas e puras.

Uma nova oportunidade de apagar os erros do passado; deixar para trás nossos ódios, nossas culpas e nossos medos. Começar uma nova caminhada, em que os nossos passos nos possam levar mais longe.

Cada novo dia nos traz a benção de estarmos com aqueles a quem amamos. A oportunidade de pedir perdão por nossos erros; de perdoar as pequenas mágoas do dia-a-dia. A chance de amar mais e melhor.

Cada novo dia é uma pequena maravilha. Mais uma moeda de conhecimento, que colocamos no cofre das experiências. Mais uma gota que acumulamos, no poço da Vida; uma página a escrever em nossa história.

Busquemos escrevê-la da melhor forma que nos for possível. Pois, ao final, é a nós mesmos que caberá a tarefa de ler tudo aquilo que escrevemos; e ninguém gosta de sentir-se mal, ao ler o que ele mesmo escreveu.

Pessoas existem, que preferem considerar cada novo dia como um desafio a ser ultrapassado. Batalhas a serem lutadas, opiniões a serem impostas, dificuldades a serem superadas, lutas a serem vencidas.

E, talvez, às vezes assim até seja. Mas a jornada de cada dia não será realizada apenas pelo caminho de pedras inclementes; haverá, também, os trechos a serem percorridos na grama macia e suave aos nossos pés.

O principal, entretanto, é a dádiva de poder caminhar. Seja escalando montanhas, ou atravessando planícies floridas, o que nos cabe é agradecer a graça do caminho; não escolher a revolta, sempre a gratidão.

Porque, após cada montanha, haverá um novo vale; em meio a cada deserto, surgirá um novo oásis. Depois de cada tempestade, virá uma nova bonança; que nos fará acreditar no amanhã que nos espera.

Cada novo dia é um presente que a Vida nos dá; e não sabemos qual será o último. Por isto, não o desperdicemos em queixas. Agradeçamos, sim, por tudo que temos; e, muitas vezes, nem nos damos conta.

Não lamentemos as horas escuras; sigamos a luz.

Como fazem os girassóis.


Música:
http://ohassan.dominiotemporario.com/midis/ernesto_cortazar_aurora.mid

Vale a pena assistir este vídeo: https://youtu.be/Hb74TT3tjPY

sexta-feira, 1 de março de 2019

A SOLIDÃO E O UNIVERSO


É difícil suportar a solidão. 

Não ao nosso redor, mas dentro de nós. Porque a verdade é que de nada adiantará a um homem estar cercado de pessoas, se em sua alma ele se sentir só e sofrer com essa solidão.

Que não nos preocupe a solidão aparente, quando não temos a companhia de alguém. Esses momentos, a sós conosco, são bons para que possamos ouvir a voz do vosso verdadeiro Eu.

Receemos, porém, a solidão interior. Aquela em que nos sentimos sós, mesmo em meio à festa mais barulhenta, ou entre o maior grupo de pessoas; em que julgamos que ninguém nos compreende.

Esta é a solidão que devemos temer. E, contra ela, de nada nos adiantarão os milhares de “amigos” que possamos juntar nas redes sociais; ou mesmo aqueles que nos cercam no dia-a-dia.

Podemos, realmente, a algum deles chamar amigo? Acaso lhes confiaríamos, sem temor, a nossa vida e o nosso bem-estar? Ou apenas trocamos ideias, para aliviarmos o peso da solidão?

Esta é a questão. Porque, muitas vezes, na aparente solução é que se esconde a causa; a solidão continua em nós, por mais que a tentemos sufocar e esquecer, entre os ruídos do mundo.

Não podemos sufocar o que sentimos; nem esquecer as nossas  verdades e os nossos temores. Necessitamos conhecer o que existe em nós, e para isto devemos mergulhar em nosso interior.

Não nascemos para a solidão; somos como gotas d’água que, embora existam sós, foram criadas para formar o oceano. Temos, sim, a nossa individualidade; mas fazemos parte de algo maior.

Em cada um de nós, existe a essência do Coração do Universo. Em cada uma das nossas almas, vibram algumas das notas que formam a sinfonia do Universo; somos uns, mas partes do Todo.

Por isto, tanto nos incomoda a solidão. Por isto, ainda que inconscientemente, buscamos sempre a companhia e a aprovação daqueles que nos cercam; porque não somos completos, sós.

Enquanto nos sentirmos sós, a  insatisfação estará em nós. E, embora a solidão dificulte os nossos passos, ela nos fará seguir em frente, por quantas jornadas mais sejam necessárias.

Porque não conheceremos a plenitude, enquanto amargarmos a solidão. Como o pássaro não saberá a que veio, até que aprenda a voar e possa abrir as suas asas, para ver do alto o mundo.

Como o músico não entende a sua inquietude, até formar a melodia; como o pintor é incompleto, até concluir a tela; como o poeta não alivia o que sente, enquanto não escreve os seus versos.

Busquemos o Coração do Universo. É assim que venceremos a solidão.


Música:
http://ohassan.dominiotemporario.com/midis/1_ernesto_cortazar_solitude.mid

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

A GRAÇA DE VIVER



Queixai-vos de que a vida vos absorve.
De que os afazeres diários vos sufocam e nenhum tempo vos sobra, para que o possais utilizar como desejaríeis; que sois escravos das vossas obrigações e dos vossos compromissos.
Queixai-vos de que o vosso tempo não vos pertence; de que o dia e a noite são pouco, para que possais viver realmente a vida. Julgai-vos infelizes, prisioneiros da rotina e dos deveres.
Sabei, entretanto, que isto não acontece; que a Vida nada vos exige e também a nada vos obriga. A Vida nada vos pede; apenas vos oferece a oportunidade de viverdes e serdes felizes.
Deveis, sim, ganhar o vosso pão com o suor do vosso rosto. Assim está escrito; e o trabalho honesto e produtivo faz parte do vosso aprendizado e da vossa jornada sobre a Terra.
Observai, contudo, que cada ser tem um papel a desempenhar na Natureza. E a cada um é dado todo o tempo de que necessita para cumprir esse papel, sem prejuízo dos prazeres da Vida.
Vede: o lagarto, o pássaro e todos os animais precisam encontrar alimento e água, para sobreviver. Entretanto, sempre lhes sobra o tempo para aquecer-se ao sol, e desfrutar do lazer.
Assim, também, deveria acontecer convosco. Porque, se apenas buscásseis prover às vossas necessidades, decerto vos sobraria tempo para viver; e a vida seria melhor para todos vós.
Não é assim que fazeis, porém. Entregai-vos à ambição de possuir e desejais sempre mais; para cada desejo que satisfazeis, muitos outros anseios surgem e ocupam os vossos pensamentos.
Afastai de vós essa compulsão de querer sempre mais. Embora vos pertença a Eternidade, é limitado o tempo de cada uma das vossas jornadas; não podeis saber o instante em que vos ireis.
E, quando vos fordes, nada mais tereis; os bens que agora julgais possuir, ficarão para trás. Nus e sem posses, iniciareis a próxima jornada; nada levareis, senão o que está em vosso verdadeiro Eu.  
De que, então, vos terá valido todo o esforço feito para enriquecer? Não teria sido muito mais sensato que vos dedicásseis mais intensamente a viver, para aprender mais sobre a Vida?
Abandonai essa falsa impressão de que o vosso valor é medido pelas posses que conquistais. Os grandes conquistadores passam, mas os mestres continuam vivos no que vos legaram. 
Abandonai esse falso conceito de Vida. Viver não é amealhar bens; é sentir plenamente a Vida. Não é poder comprar tudo que se deseja, mas saber desfrutar do que se tem e saber ser feliz.
São as vossas ambições que vos escravizam.

A Vida vos concede a graça de viver.


Música:
 http://ohassan.dominiotemporario.com/midis/anamelo_katiemelua_evacassidy_what_a_wonderful_world.mid


Vejam (e ouçam) este vídeo; vale a pena! https://youtu.be/F0kQmHIChpo

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

A FELICIDADE


Buscamos a felicidade.
Este é o maior objetivo de todos os homens que caminham sobre a terra. Ninguém existe que, perguntado sobre o que mais deseja, não responda simplesmente: ser feliz.
Entretanto, a felicidade não é um local onde se possa chegar; é um estado de espírito, que se necessita atingir. E, assim sendo, não é fora de nós que a conseguiremos encontrar.
Não é em acumular muitos bens, que encontraremos a felicidade; mas em contentar-nos com o que temos. Como não é no número de amores, mas na intensidade do sentimento.
A felicidade não está no poder, mas na realização pessoal; não depende da admiração de todos, mas da consciência tranquila; não se encontra no ter, mas na capacidade de fazer. 
O importante não é a beleza de nossas roupas, mas o conforto que nos trazem; não é o luxo de nossa casa, mas como nos sentimos sob o teto. Não é estar vivo, mas sentir a vida.
O importante não é a conquista, mas a alegria que nos traz; não é a criança, mas o carinho com que a tomamos ao colo; não é o orgasmo, mas a sensação de plenitude que o segue.
O importante não é o seio, mas a dedicação com que a mãe o oferece ao filho pequenino; não são as asas do pássaro, mas a beleza e a liberdade do seu voo, no céu do crepúsculo.
Porque a felicidade não está nas coisas, mas nos sentimentos; está na completude do amor e no encanto amargo e doce da saudade; no choro da partida e no sorriso da volta.
A felicidade, como o amor e a solidão, não caminha adiante, nem atrás de nós. As emoções estão, todo o tempo, ao nosso lado; mas só às vezes, sentimos a sua presença.
Porque nos acostumamos a ensurdecer os nossos ouvidos com os ruídos do mundo; poucos são os momentos em que nos detemos para ouvir a voz do nosso verdadeiro Eu.
E é só através dela, que escutamos a canção do Universo; a melodia da Vida, onde vibram as notas da sinfonia infinita, que vem de antes do início dos tempos e ecoa na Eternidade.
Aprendamos a ouvir a nossa alma, e ouviremos as canções do vento nas folhas das palmeiras; ouviremos a Vida pulsando no bater dos nossos corações, no silêncio da noite.
Aprendamos a ouvir a nossa alma, e ela nos ensinará o que precisamos saber; mostrará os caminhos que precisamos seguir, para encontrar aquilo que mais buscamos: a felicidade.
Que está dentro de nós. 


Música:
http://ohassan.dominiotemporario.com/marco/1_richard_clayderman_emocoes.mid

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

BALADA DA PACIÊNCIA


Plantai as sementes da paciência, em vossa alma.

E cultivai-as, dia após dia, para que lancem raízes profundas e se desenvolvam em vós. Se for necessário, regai-as com as vossas lágrimas e permiti que se nutram dos vossos desenganos.

Pois, não vos enganeis, elas voltarão a brotar, quando retornarem as vossas esperanças. Nada acontece antes do tempo certo, e a paciência é uma das virtudes de que mais necessitais.

Mais do que virtude, é um dos vossos aprendizados mais necessários. Aquele que tem paciência, sabe aguardar que o vento pare de soprar; ou que o calor do dia ceda ao frescor da noite.

É preciso ter paciência, para aguardar a ocasião adequada ao plantio; para atravessar o período da lavoura e saber o tempo certo da colheita. É preciso ter paciência, para colher o melhor.

A paciência é tão importante como o trabalho, para realizar os vossos sonhos. Pois de nada adianta lutar para atravessar o rio, enquanto a tempestade torna mais caudalosas as suas águas.

Aguardai que a chuva cesse, e mais fácil e mais segura se tornará a travessia. Aguardai que o sol lance os seus raios de calor sobre a terra, e não vos será necessário caminhar na lama.

Amadurecer é, acima de tudo, desenvolver a paciência. É saber que cada ação tem um momento adequado para ser realizada; que um gesto inoportuno é um caminho para o fracasso.

Se desejais a rosa, necessitais da paciência para esperar que se abra o botão. Mas não vos agasteis com o tempo da espera; aproveitai-o, sim, para desfrutar do seu perfume e da sua beleza.

E, quando semeardes o trigo, não vos preocupeis em saber até quando tereis que esperar pela colheita. Aproveitai o vosso tempo para admirar o mar de ouro, quando o vento agita o trigal.

Sede pacientes; esta, muitas vezes, é a receita para atingirdes o sucesso. No amor, no trabalho, em todos os campos da vida, a paciência é a vossa melhor companhia, nos tempos difíceis.

Guardai-vos, porém, de confundir a paciência com a acomodação. O paciente é o homem sensato, que se prepara e espera o momento certo; o acomodado é aquele que desiste e aceita.

O Universo tem as suas próprias leis, que não estão sujeitas aos vossos caprichos. Não é sábio o homem que deseja ver estrelas durante o dia; nem aquele que busca o sol durante a noite.

Plantai, portanto, as sementes da paciência em vossa alma. E não vos descuideis de cultivá-las, todos os dias; deixai que a paciência se transforme em parte do vosso verdadeiro Eu.  

Assim, mais fáceis se tornarão os vossos caminhos. 


Música:
http://ohassan.dominiotemporario.com/midis/emiliepandolfi_ebbtide.mid

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