O Árabe

Idéias, sentimentos, emoções. Oásis que nos ajudam a atravessar os trechos desérticos da vida...

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

A VIDA E O TEMPO


Sim; é preciso manter os olhos no futuro.
Conservando na memória, porém, as lembranças do passado. Porque as alegrias que vivemos são os nossos motivos para seguir em frente; e as tristezas nos ensinam a não repetir erros.
E vivendo no presente. Porque de nada adianta sonhar com a colheita de amanhã, se hoje não semearmos a terra; é preciso viver cada hoje, pois só no tempo certo viveremos o amanhã.
Nada colheremos no futuro, senão o que plantarmos no presente. E precisamos aprender com cada seara, para que da próxima vez possamos ter uma colheita melhor e mais abundante.
Como o lavrador aprende a reconhecer a terra mais produtiva, as melhores sementes e o tempo mais indicado para a semeadura, precisamos aprender a viver, se queremos uma vida melhor.
Precisamos saber o que plantar, onde plantar e quando plantar. Porque somos todos lavradores e nada fazemos, durante cada jornada, senão espalhar as sementes do que colheremos.     
Esta é a ironia da vida: embora não possamos viver senão no hoje, necessitamos recordar o ontem e ter esperança no amanhã. Viver o presente, recordar o passado e acreditar no futuro.
Porque estamos mergulhados no tempo, como o peixe no oceano. E muitas vezes, como ao peixe acontece, somos atraídos pela isca cintilante, sem perceber o anzol que ela esconde.
Muitos são os perigos que se ocultam, em cada novo dia; e muitas as oportunidades que encontramos, ao longo da jornada. É preciso reconhecer uns e outros, para fazer a melhor escolha.
Pois não é sensato aquele que se nega a viver, por medo dos perigos; nem tampouco o que se lança de cabeça, sem refletir, como a mariposa se deixa atrair pelo brilho mortal da chama.
Busquemos a sabedoria dos meios, abandonando a insensatez dos extremos. E avaliemos os riscos de cada atitude a ser tomada, sem permitir que o medo nos roube o prazer de viver.
Pois o que chamamos de vida, enquanto aqui caminhamos, nada é senão a oportunidade de aprender os melhores caminhos para o Coração do Universo; este será o nosso destino final.
E não é com tristeza que devemos seguir neste aprendizado, mas com alegria. Porque não é feliz o coração do Pai, quando as lágrimas rolam pelos olhos do filho amado, fruto da Sua essência.
Façamos tão feliz quanto pudermos, o nosso aprendizado. Porque os nossos risos são como o som de cristais tilintando, e as nossas lágrimas como sons destoantes, na sinfonia da Vida.
Que se repete pela Eternidade, no Coração do Universo. 


Música:
http://ohassan.dominiotemporario.com/midis/fausto_papetti_ebb_tide.mid

sexta-feira, 2 de novembro de 2018

O DIA DA SAUDADE



Por que falar em “Dia de Finados”?

A verdade é que ninguém se finda, enquanto a sua memória persiste em alguém. E os seres amados continuam ao nosso lado, nas boas lembranças dos momentos que vivemos juntos
.
O nosso verdadeiro Eu é imortal e passeia nos Jardins da Eternidade, junto ao Coração do Universo. O que chamamos “morte”, é apenas a troca do traje que foi usado em uma jornada.

E ninguém sofre por um traje desgastado pelo tempo; guarda, sim, as recordações dos bons momentos que viveu, enquanto lhe coube usá-lo. Um dia, todos precisamos de um novo traje.

Choremos, sim; é o pranto que alivia todas as dores que sentimos. E é o nosso egoísmo que nos faz sofrer, quando nos martiriza a falta de um ser amado, que desejaríamos ter conosco.

Cuidemos, entretanto, para que sejam de saudade as nossas lágrimas. Porque a saudade não é a ausência de alguém querido, mas a sua presença em nós, quando não está ao nosso lado.

E, por isto, a saudade não é apenas a dor; mas a sua própria cura. Porque as mesmas lembranças que nos magoam, nos consolam; a falta que alguém nos faz, o traz de volta em nós.

Triste não é chorar de saudade; triste, seria nunca termos conhecido uma pessoa que a fizesse nascer. Não devemos lamentar a saudade, mas abençoar os sentimentos que a geraram.

Porque a saudade não nasce de si mesma; seu pai é o amor, e sua mãe é a lembrança. E não deve causar frustração, mas paz; não deve trazer solidão, mas a sensação de companhia.

Feliz, portanto, daquele que sente saudade. É alguém que viveu, que compartilhou, que caminhou junto, que foi feliz. É alguém que não desperdiçou a sua vida, que é capaz de amar.

A saudade não nos deve envergonhar, mas orgulhar; não deve nos fazer sofrer, mas consolar-nos. Não nos percamos na tristeza da separação, mas confiemos na alegria do reencontro.
         
A doce fragrância das flores persiste em nossa lembrança, mesmo depois que deixamos o jardim; e a música suave se eterniza em nossas memórias, ainda depois que soou o último acorde.

Assim é. E por que aqueles que amamos não poderiam continuar conosco, depois do embarque na Grande Viagem? As estrelas brilham juntas, no céu noturno, apesar da distância que as separa.

Recordemos, hoje, aqueles que já não estão conosco. Mas não é com tristeza que os devemos homenagear, e sim com alegria; não sintamos a sua ausência, mas a sua presença.

Que hoje não seja “Dia de Finados”.

Seja o dia da nossa saudade.

Música:
http://ohassan.dominiotemporario.com/midis/adagio.mid

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

O TÚNEL DO TEMPO



Quem jamais desejou voltar no tempo?
Retornar a algum momento especial, quando a Vida lhe sorriu e a felicidade preencheu seu coração? Quando os sonhos eram a sua razão de viver e a juventude corria em suas veias?
Quem não tem um sonho guardado, um desejo não satisfeito, uma vontade que não conseguiu realizar? E quem não gostaria de poder voltar, ter uma nova chance de fazer algo diferente?
A verdade é que cada um de nós guarda, com nostalgia, um momento especial. E gostaria de voltar a ele, de retornar àquele tempo; de vivê-lo novamente e aproveitar melhor aquele instante.
Não o podemos fazer, entretanto; porque as águas do tempo correm sempre em direção ao oceano da Eternidade. E não voltam sobre seu curso; não detêm o seu fluxo, por um momento sequer. 
O que passou, passou; esta é a verdade. E, por isto, eu vos tenho dito sempre que devemos aproveitar os momentos. Porque cada novo dia nos traz momentos especiais, que deixarão saudades.
Vivamos plenamente cada instante; e dele guardaremos lembranças que nos aquecerão o coração, quando nos procurar o frio da saudade. Vivamos com intensidade e reviveremos sempre.

Outra forma não existe de vencermos o tempo, senão através das nossas lembranças. E, ainda que a neve cubra os nossos cabelos, as chamas da memória aquecerão os nossos corações.
Cultivemos as nossas saudades. Elas formam os elos que ligam o nosso passado ao nosso presente; e assim continuará a ser, no nosso futuro. Lembremos, porém, que são apenas saudades.
São as lembranças, que na velhice nos reconduzem à juventude. São elas que nos conservam jovens,  nos fazem reviver os bons momentos; nos fazem ver que a Vida vale a pena.
Podemos, sempre, viajar no túnel do tempo. Escolhamos os nossos momentos preferidos e deixemos que se eternizem em nossas lembranças. O seu brilho iluminará o nosso caminho.
Mas tenhamos presente que são apenas lembranças. E, ainda que voltássemos àquele tempo, outras seriam as nossas sensações e outros os nossos desejos. Porque já não somos os mesmos.
Assim é: mudamos um pouco, em cada dia. Ninguém é, hoje, o que foi ontem; e este é, aliás, o objetivo de cada jornada. As circunstâncias nos fazem mudar, o aprendizado nos faz diferentes. 

O tempo não para. A Vida não para. E necessitamos caminhar sempre; ou ficaremos para trás, enquanto a caravana nos ultrapassa. Devemos, entretanto, guardar sempre as nossas lembranças.
É através delas, que conservamos a nossa juventude.  


Música:
http://ohassan.dominiotemporario.com/midis/roger_willians_em_algum_lugar_do_passado.mid 

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

O RESPEITO E A GENTILEZA


Devemos preservar os nossos relacionamentos.

E não me refiro, apenas, aos amorosos. Também a nossos pais, a nossos filhos e parentes, a nossos amigos e a todos aqueles que nos cercam, devemos tratar com muito cuidado e atenção.

Porque não somos ilhas; longe disto. Ninguém vive em uma bolha; e, se assim fosse, não resistiria durante muito tempo. Necessitamos de companhia; de amores e afetos, para sermos completos.

Tenhamos presente esta verdade. E recordemos que, embora muitas coisas sejam importantes para manter um bom relacionamento, as mais necessárias são o respeito e a gentileza.

A tolerância é a base da convivência; e precisamos aprender a respeitar e a ser gentis, para alcançá-la. Só quando somos verdadeiramente tolerantes, é que podemos dispor-nos a conviver.
Claro está, que devemos ter os nossos próprios princípios e as nossas próprias ideias. Mas isto não significa que as ideias alheias estejam erradas; ou não devam ser, sequer, consideradas.

Quando pequeninos, primeiro necessitamos aprender a ouvir. Foi escutando que conhecemos as palavras, para que pudéssemos aprender a falar e expor as nossas próprias ideias.

Esta é a postura que deveríamos manter, por toda a vida. Porque, quanto mais escutamos, mais conhecemos; e quanto mais conhecemos, melhor podemos formar as nossas ideias e tomar decisões.

Mas não é o que fazemos, na maioria das vezes. Costumamos aferrar-nos às nossas opiniões; e, no afã de defendê-las e falar sobre elas, nem chegamos a ouvir as ideias alheias e pensar um pouco.

Quando alguém nos oferece algo, seja um presente ou uma opinião, é nosso o direito de aceitar ou recusar. Em qualquer dos casos, porém, é com gentileza e respeito que o devemos fazer.

Aprendamos a conviver com opiniões diferentes das nossas. Reza o provérbio que “cada cabeça é um mundo”, e cada mundo tem as suas próprias paisagens. Aproveitemos as paisagens alheias.

Pois aquele que se limita às próprias ideias, é como o homem que vive trancado em sua casa e só conhece as paredes que o encerram, ignorando as visões do mundo que existe e o espera lá fora.

Aprendamos a ouvir com respeito as opiniões alheias e refletir sobre elas. E, quando formos colocar as nossas próprias ideias, cuidemos de fazê-lo com repeito e gentileza; sem gritos e ofensas.

O trovão atrai momentaneamente a atenção; porém é a chuva, com seu ruído baixo e suave, que fertiliza o solo. O barulho se faz ouvir, mas só a razão pode fazer germinar uma ideia em nossa mente.
Cultivemos o respeito e a gentileza. E conservaremos os nossos relacionamentos.


Música:
http://ohassan.dominiotemporario.com/midis/george_zamphir(memory).mid

sexta-feira, 12 de outubro de 2018

UMA BALADA DE SAUDADE


As pessoas que amamos não morrem.
Apenas nos precedem, na Grande Viagem. Um dia, chegará a nossa vez; e haveremos de reencontrá-las, no Jardim da Eternidade. Os laços criados pelo afeto persistem em nossas almas.
Até lá, elas viverão em nossas lembranças. Nos lugares onde estivemos, nas conversas que tivemos, nos momentos que vivemos juntos. Estarão em nosso coração, em nossa saudade.
Uma palavra, um olhar, um gesto, nos trarão de volta a sua presença. Porque cada um tem um jeito de ser; e um pouco da essência daqueles que amamos permanece em nossa própria essência.
Entretanto, não conseguimos suplantar a ilusão da morte; a saudade fala mais alto em nossas almas, e a certeza de que não mais veremos aquele que se foi é uma dor cruel, magoando nosso coração.
Esta, porém, não é forma mais sensata de ver. Porque, para que algo nos seja tirado, é preciso que antes nos tenha sido dado; e não devemos lamentar a ausência, mas festejar o tempo da convivência.
Não é sábio aquele que se entrega à amargura, pela partida de alguém amado; melhor faria, revivendo as boas lembranças e a alegria do tempo em que caminharam juntos, durante a jornada.
Porque a nossa herança é aquilo que guardamos. E não devemos afundar no cinzento da mágoa e da solidão, se nos é dado escolher o brilho colorido das recordações de tudo que desfrutamos.
Respeitemos, pois, a memória daqueles que amamos e que se foram. E isto faremos, se não a cultivarmos com a dor pungente da tristeza; mas sim com alegria e gratidão, por os havermos conhecido.
Não precisamos fazer da saudade uma coroa de espinhos; dela façamos o manto macio que nos agasalhará e aquecerá, durante os invernos da vida, em que o vento frio da dor soprará em nossa porta.
Não façamos da saudade o espinho que fere, mas a rosa que perfuma e embeleza. Nem o uivo triste do lobo, que assusta e ameaça; mas o canto do pássaro, que emociona e traz esperança.
Não façamos da saudade o nosso Calvário, nem as pedras cortantes em nosso caminho. Cultivemos o amor, não a frustração; e a saudade atapetará a estrada e tornará mais leves os nossos passos.
Não façamos da saudade uma fonte de revolta, mas de gratidão. Porque não existe um fim, sem que tenha havido um começo; não existe saudade, sem que tenha havido uma relação de alegria e afeto.
As pessoas que amamos, não morrem; apenas nos precedem, na Grande Viagem. E, até que as reencontremos na Mansão do Amanhã, podemos mantê-las vivas, em nosso amor e nossas lembranças.
Em nossa saudade.
Para Monizinho, amigo de todas as horas, com a minha saudade. 

Música:
http://ohassan.dominiotemporario.com/midis/jaimevillalba-nocturne.mid

sexta-feira, 5 de outubro de 2018

CANÇÃO DO AMOR



O amor é um sentimento.
Não é uma moeda de troca, com a qual possais adquirir o que desejais. Não é desta forma que o deveis usar, pois tudo que assim conseguirdes será fruto de um engano e pouco durará.
Também não é uma porta encantada, que vos leve à felicidade. Abandonai de vez esta ilusão; na estrada em que caminhais com o Amor, sorrisos e lágrimas se alternarão em vossa alma.
Acostumai-vos à certeza de que o Amor não vem para resolver os vossos problemas; muito ao contrário, poderá causar-vos alguns outros. A sua essência não é a paz, mas a inquietude.
Porque ele vos leva a querer sempre mais. E vos faz sobressaltar-vos, à menor mudança do ser amado; vos leva a preocupar-vos com ele e desejar o seu bem, acima do vosso próprio bem. 
Porque o Amor é o mais forte dos vossos sentimentos. E os sentimentos não são estáticos, mas dinâmicos; não são constantes, mas variáveis; não são controlados, antes vos controlam.
E, entretanto, são eles que vos fazem sentir realmente vivos; que despertam as vossas emoções. São eles que vos tornam alegres ou tristes, que vos trazem a sensação de plenitude ou vazio.
O Amor não é um lago de águas serenas, onde navegareis com ventos suaves. Mais se assemelha a um oceano, com ondas calmas ou bravias, onde pode soçobrar o vosso barco.
Isto faz parte do seu encanto. Porque o que vos atrai no Amor não é a segurança da certeza, antes a inquietude da aventura; o carinho da ternura, que se alterna com o fogo da paixão.
Guardai-vos de tentar entender o Amor; vivei-o, apenas. Porque o Amor, como a Magia, não se explica; opera milagres, cria fantasias, transforma a realidade e vos faz enxergar um novo mundo.
Se, realmente, desejais conhecer o amor, não o deveis esmiuçar; tudo que precisais, é deixar que ocupe o vosso coração. Mas, para isto, deveis perder os vossos medos e o vosso egoísmo.
Pois o Amor tem os seus próprios medos e o seu próprio egoísmo; e precisa dominar-vos, antes que o possais sentir em sua plenitude. Porque não possuís o Amor; é ele que vos possui.
Não comandais o Amor; ele vos comanda. É ele que vos toma pela mão e, com suas asas, vos transporta nos voos mais encantadores e perigosos que podeis experimentar em vossas vidas.
É ele que vos faz sorrir os vossos mais doces sorrisos e chorar as vossas lágrimas mais amargas. É ele que vos desperta os mais lindos sonhos e vos faz sofrer as piores decepções.
É ele que vos conduz ao Coração do Universo.


Música:
http://ohassan.dominiotemporario.com/midis/richardclayderman_anoitedomeubem.mid

sexta-feira, 28 de setembro de 2018

A CANÇÃO DA HUMILDADE


Abraçai a humildade.
Assim eu vos tenho dito. Porque a árvore que mais se destaca entre as outras, é aquela que atrai o olhar cobiçoso do lenhador; e a flor mais perfumada e colorida é a primeira a ser colhida.
E cultivai a modéstia. Porque ninguém se tornou grande, entre os seus irmãos, por cantar os próprios feitos; nem conseguiu atrair nada, senão a antipatia e a ironia, ao enaltecer as suas qualidades.
O viajante sensato não é aquele que sobre si mesmo projeta a claridade da lâmpada; mas o que ilumina a estrada por onde anda, e assim distingue melhor os seus encantos e perigos.
Guardai-vos de exagerar os vossos dons. Aquele que assim procede, é como o homem que se mira em um espelho que distorce a sua imagem; e, por isto, não se conhece como de fato é.
Guardai-vos, também, de orgulhar-vos dos elogios que vos fazem; muitos são os bajuladores, e nada existe de mais perigoso do que acreditar naqueles que aumentam as vossas virtudes.
Sim; é preciso que os outros vos exaltem, para que um dia sejais reconhecidos. Mas necessitais aprender a conhecer-vos como realmente sois, para que possais julgar o que vos dizem. 
A inveja é comum no ser humano. Muitas vezes, o homem que demonstra admiração por vossa capacidade de voar gostaria, na verdade, que vos arrastásseis a seu lado, no chão de barro.
Cuidai-vos, sobretudo, daqueles que vos procuram em busca do que, julgam, lhes podeis dar. Estes são os que hoje não vos negam elogios; e, mais adiante, não vos pouparão ofensas.       
Abraçai a humildade e cultivai a modéstia. O pavão, que antes passeava em paz a um canto do terreiro, ao abrir a sua bela cauda renuncia ao sossego e se torna alvo dos predadores.
Cada um tem o seu próprio valor. E, como não existe uma flor mais importante no jardim, não existe homem mais importante entre seus irmãos; existem apenas os que assim se julgam.
Cuidai para não estar entre eles. Porque aquele que se julga melhor do que os outros, não consegue entender os que o cercam; e está condenado à solidão em que a arrogância o encerra.
Buscai a paz, antes das honrarias entre os homens. O que importa não é o que os outros julgam de vós, mas a vossa própria opinião; podeis enfrentar o mundo, mas não a vós mesmos.
Tão breve é a vossa passagem por este mundo, que de nada vos deveriam importar os seus brilhos e as suas ilusões. Sensato é aquele que busca ser feliz, em todos os momentos.
Porque nada podereis levar na Grande Viagem.


Música:
 http://ohassan.dominiotemporario.com/marco/1_richard_clayderman_don_t_cry_for_me_argentina.mid

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